RMN-PR recebe o Instituto Unibanco, em Curitiba
Kenny Bastos visitou a sede e conheceu a Ocupação Marielle Franco

Nesta terça-feira (1) a RMN-PR recebeu o analista sênior de projetos sociais e educacionais, Kenny Bastos, do Instituto Unibanco, em Curitiba. Bastos conheceu as dependências da organização, se reuniu com a equipe gestora e visitou a Ocupação Marielle Franco, onde a RMN-PR está fazendo algumas ações em parceria com o instituto.
Presente, passado e futuro foram abordados na visita do instituto, além de acompanhar as propostas e metas da RMN-PR, a organização mostrou um pouco do trabalho e interação na Ocupação Marielle Franco. Lá, Inês de Fátima Marques e Roseny Bessa de Araújo mostraram toda a extensão da ocupação e dependências como a biblioteca e a cozinha comunitárias.





Mostrar ao financiador as atividades que a RMN-PR está fazendo é fundamental para que seja viável continuar a lutar para garantir políticas públicas de qualidade, sobretudo no acesso à informação. Segundo Bastos, é muito importante a existência de “uma entidade com mulheres negras pensando também em educação e em como fortalecer os educadores das escolas públicas, das redes públicas com a questão da educação para equidade racial, que é um tema central na nossa discussão, importante e caro para o Instituto Unibanco, e que a gente vê aí um eco importante no trabalho da RMN-PR”.

A RMN-PR atualmente tem cerca de 50 filiadas e se apresenta como um grupo plural de mulheres negras. "Quando a gente pensa em diversidade, a gente pensa na ampliação dos grupos, mas a gente pensa pouco que os subgrupos - ou os grupos temáticos - também têm as suas peculiaridades. Uma organização como a RMN-PR, pensa na mulher, mas não a mulher negra como um grupo uníssono, mas como um grupo plural e é super importante, porque a gente tem a mulher que é evangélica, que é candomblecista, que está em uma faixa salarial ou em outra, que tem acesso maior ou menor à educação, pode ser uma profissional do sexo, pode ser uma trans e as atenções e cuidados tem de contemplar à todas. E também por que não fazer as discussões voltadas para cada grupo específico?!”, respondeu Bastos ao ser perguntado sobre o aprendizado que teve com a RMN-PR.
A organização o presenteou com a recente produção “Relatos no Palco da Vida”. O livro traz entrevistas realizadas com LBTs negras brasileiras, resgatando suas trajetórias de vida, o envolvimento com o movimento de mulheres negras e com o movimento LGBTQIA+, além de suas vivências pessoais. Este livro é parte de um trabalho que a RMN-PR realizou para ouvir e visibilizar as vivências das lésbicas, bissexuais e mulheres trans negras no contexto da pandemia da covid-19. Está disponível em nosso site.
Para Cleci Martins, coordenadora financeira adjunta da RMN-PR, "houve o entendimento de que este espaço é nosso, que precisamos ocupar e que a busca do equilíbrio é a chave para arriscarmos", referindo-se à responsabilidade e importância dos projetos e financiadores para a organização.

RMN-PR recebe o Instituto Unibanco, em Curitiba
Kenny Bastos visitou a sede e conheceu a Ocupação Marielle Franco

Nesta terça-feira (1) a RMN-PR recebeu o analista sênior de projetos sociais e educacionais, Kenny Bastos, do Instituto Unibanco, em Curitiba. Bastos conheceu as dependências da organização, se reuniu com a equipe gestora e visitou a Ocupação Marielle Franco, onde a RMN-PR está fazendo algumas ações em parceria com o instituto.
Presente, passado e futuro foram abordados na visita do instituto, além de acompanhar as propostas e metas da RMN-PR, a organização mostrou um pouco do trabalho e interação na Ocupação Marielle Franco. Lá, Inês de Fátima Marques e Roseny Bessa de Araújo mostraram toda a extensão da ocupação e dependências como a biblioteca e a cozinha comunitárias.





Mostrar ao financiador as atividades que a RMN-PR está fazendo é fundamental para que seja viável continuar a lutar para garantir políticas públicas de qualidade, sobretudo no acesso à informação. Segundo Bastos, é muito importante a existência de “uma entidade com mulheres negras pensando também em educação e em como fortalecer os educadores das escolas públicas, das redes públicas com a questão da educação para equidade racial, que é um tema central na nossa discussão, importante e caro para o Instituto Unibanco, e que a gente vê aí um eco importante no trabalho da RMN-PR”.

A RMN-PR atualmente tem cerca de 50 filiadas e se apresenta como um grupo plural de mulheres negras. "Quando a gente pensa em diversidade, a gente pensa na ampliação dos grupos, mas a gente pensa pouco que os subgrupos - ou os grupos temáticos - também têm as suas peculiaridades. Uma organização como a RMN-PR, pensa na mulher, mas não a mulher negra como um grupo uníssono, mas como um grupo plural e é super importante, porque a gente tem a mulher que é evangélica, que é candomblecista, que está em uma faixa salarial ou em outra, que tem acesso maior ou menor à educação, pode ser uma profissional do sexo, pode ser uma trans e as atenções e cuidados tem de contemplar à todas. E também por que não fazer as discussões voltadas para cada grupo específico?!”, respondeu Bastos ao ser perguntado sobre o aprendizado que teve com a RMN-PR.
A organização o presenteou com a recente produção “Relatos no Palco da Vida”. O livro traz entrevistas realizadas com LBTs negras brasileiras, resgatando suas trajetórias de vida, o envolvimento com o movimento de mulheres negras e com o movimento LGBTQIA+, além de suas vivências pessoais. Este livro é parte de um trabalho que a RMN-PR realizou para ouvir e visibilizar as vivências das lésbicas, bissexuais e mulheres trans negras no contexto da pandemia da covid-19. Está disponível em nosso site.
Para Cleci Martins, coordenadora financeira adjunta da RMN-PR, "houve o entendimento de que este espaço é nosso, que precisamos ocupar e que a busca do equilíbrio é a chave para arriscarmos", referindo-se à responsabilidade e importância dos projetos e financiadores para a organização.


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