Terceiro dia dos seminários
Direito à vida e presença negra nos espaços de poder foram os destaques do dia
AFETO - Filiadas da RMN-PR durante atividade do terceiro dia.O terceiro dia dos seminários começou com a mesa sobre Prevenção às ISTS/HIV/AIDS na prática: mulheres negras, comunidades tradicionais e população LGBTQUIA+.Presentes na mesa: Lázaro da Silva (RJR+, GPV Niterói); Rafael Queiroz (Movimento Nacional das Cidadãs Positivas); Damiana Bernardo de Oliveira Neto (Ação de Mulheres pela Equidade/AME e Heloá Suelen Laurentino Martins (Rede Lai Lai Apejo). Mediação de Bruna Ravena (COPED).
A discussão apresentou as consequências da desigualdade no Brasil. Conhecemos as histórias de sorologia, desmistificamos conceitos ultrapassados e ampliamos o conhecimento sobre a vivência com o vírus.
O direito à vida foi a base desta mesa de discussão.





Já na parte da tarde ouvimos cinco apresentações abordando o tema:Tópicos em Saúde da População Negra , que foram:
1- Democracia e controle social: Andressa Ignácio da Silva, filiada da RMN-PR;
2 - Racismo e intolerância religiosa com ênfase nas religiões de matriz africana e saúde: Dra.h.c. Ìyálòrísá Joilda Ti Òsùn Alákétu - RMN-PR - Renafro Núcleo Arapongas - PR;
3 - Racismo e Lesbofobia, uma questão de saúde: Heliana Hemetério - Rede Nac. de Lésbicas Bissexuais Negras Feministas (Rede Candaces);
4 - Pesquisa sobre o perfil de hemograma de população quilombola no Paraná: Luana Leonardo Garcia - RMN-PR;
5 - Relato de Experiência: Casa de Apoio a Pessoas Vivendo - Bruna Marcelly Coutinho - Grupo União pela Vida Umuarama.
A provocação desta mesa foi discutir o papel das mulheres negras na academia, na sexualidade, na religiosidade e no controle social. “Nós existimos” e precisamos nos perguntar: “eu sou feminista pra quê?”, indagou Heliana Hemetério em sua apresentação.
Já Andressa Ignácio da Silva explanou sobre o espaço das mulheres negras no controle social e de como é difícil conseguir ter falas, apontamentos sendo levados em consideração por ser um ambiente predominante de pessoas brancas. Silva ainda levantou a importância de pesquisadoras (os) negras (os) para dar fundamento aos questionamentos, considerando o recorte racial.
Também apreciamos a apresentação de Luana Garcia sobre o perfil de hemograma de população quilombola no Paraná. A abordagem foi muito rica, pois tratou do cuidado e atenção à população negra.
Para finalizar, após um relato forte e potente da Bruna Marcelly Coutinho, uma apresentação cultural com o grupo Move Dance.







Terceiro dia dos seminários
Direito à vida e presença negra nos espaços de poder foram os destaques do dia
AFETO - Filiadas da RMN-PR durante atividade do terceiro dia.O terceiro dia dos seminários começou com a mesa sobre Prevenção às ISTS/HIV/AIDS na prática: mulheres negras, comunidades tradicionais e população LGBTQUIA+.Presentes na mesa: Lázaro da Silva (RJR+, GPV Niterói); Rafael Queiroz (Movimento Nacional das Cidadãs Positivas); Damiana Bernardo de Oliveira Neto (Ação de Mulheres pela Equidade/AME e Heloá Suelen Laurentino Martins (Rede Lai Lai Apejo). Mediação de Bruna Ravena (COPED).
A discussão apresentou as consequências da desigualdade no Brasil. Conhecemos as histórias de sorologia, desmistificamos conceitos ultrapassados e ampliamos o conhecimento sobre a vivência com o vírus.
O direito à vida foi a base desta mesa de discussão.





Já na parte da tarde ouvimos cinco apresentações abordando o tema:Tópicos em Saúde da População Negra , que foram:
1- Democracia e controle social: Andressa Ignácio da Silva, filiada da RMN-PR;
2 - Racismo e intolerância religiosa com ênfase nas religiões de matriz africana e saúde: Dra.h.c. Ìyálòrísá Joilda Ti Òsùn Alákétu - RMN-PR - Renafro Núcleo Arapongas - PR;
3 - Racismo e Lesbofobia, uma questão de saúde: Heliana Hemetério - Rede Nac. de Lésbicas Bissexuais Negras Feministas (Rede Candaces);
4 - Pesquisa sobre o perfil de hemograma de população quilombola no Paraná: Luana Leonardo Garcia - RMN-PR;
5 - Relato de Experiência: Casa de Apoio a Pessoas Vivendo - Bruna Marcelly Coutinho - Grupo União pela Vida Umuarama.
A provocação desta mesa foi discutir o papel das mulheres negras na academia, na sexualidade, na religiosidade e no controle social. “Nós existimos” e precisamos nos perguntar: “eu sou feminista pra quê?”, indagou Heliana Hemetério em sua apresentação.
Já Andressa Ignácio da Silva explanou sobre o espaço das mulheres negras no controle social e de como é difícil conseguir ter falas, apontamentos sendo levados em consideração por ser um ambiente predominante de pessoas brancas. Silva ainda levantou a importância de pesquisadoras (os) negras (os) para dar fundamento aos questionamentos, considerando o recorte racial.
Também apreciamos a apresentação de Luana Garcia sobre o perfil de hemograma de população quilombola no Paraná. A abordagem foi muito rica, pois tratou do cuidado e atenção à população negra.
Para finalizar, após um relato forte e potente da Bruna Marcelly Coutinho, uma apresentação cultural com o grupo Move Dance.








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